Nesta sexta-feira (11), estava prevista a realização da assembleia geral dos credores Frigorífico Estrela. O encontro realizado no município de Estrela d’Oeste, Estado de São Paulo não resultou em uma solução e a assembleia foi remarcada para o dia 22 de janeiro de 2010.
A empresa deve R$ 217,1 milhões, sendo R$ 70 milhões somente para os pecuaristas. Esta dívida representa 32% da dívida total da empresa e 48,5% dos credores quirografários. Além de representante da CNA, três credores foram escolhidos para participarem e representarem os pecuaristas goianos após reunião realizada pela Comissão de Pecuária de Corte do Sistema Faeg/Senar. Por serem credores quirografários, os produtores rurais são os últimos da lista de pagamento do processo de recuperação.
Além de Goiás, onde a empresa tinha instalações, produtores de Mato Grosso do Sul, São Paulo e Paraná também foram prejudicados com o fechamento. Conforme a Comissão de Pecuária de Corte do Sistema Faeg/Senar, é de grande importância os produtores se manterem unidos neste momento de decisão porque o voto é imprescindível para aprovação ou não do plano. (Departamento de Comunicação - Sistema Faeg/Senar)
11 de dez. de 2009
24 de nov. de 2009
Credores e Frigorífico Independência fazem acordo para o pagamento de dívidas
Pecuaristas credores e representantes das empresas Independência e Nova Carne Indústria participaram da assembleia geral, ocorrida na quinta 5 de outubro, em São Paulo, onde foi definida a forma de pagamento dos créditos devidos. Segundo o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, o acordo não foi aprovado da forma como a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) almejava, porém o resultado foi bastante favorável para os produtores credores.
Os produtores concordaram com o pagamento à vista de R$ 100 mil e os com crédito superior, receberão uma parcela de R$ 100 mil e o saldo dividido em 24 meses, sendo que na 24ª parcela a divida seria quitada, corrigida pela taxa Selic. A data do pagamento dos R$ 100 mil será até 31 de janeiro 2010, podendo ser adiada até 31 de março do mesmo ano. As parcelas remanescentes deverão ser pagas mensalmente em valores equivalentes a 2,7% do crédito de cada Credor Operacional Pecuarista. Independentemente da aplicação do percentual citado, as parcelas terão assegurado um valor mínimo de R$ 1 mil, salvo quando o saldo devedor final for inferior a esse valor, hipótese em que será pago o valor exato devido. A primeira parcela será paga no 5º dia útil do mês subseqüente ao pagamento estabelecido na última parcela.
Os credores do Frigorífico Independência estão em cinco Estados: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Minas Gerais. Ao todo são 1.524 pecuaristas e uma conta a receber na ordem de R$ 194 milhões. José Manoel destaca o trabalho realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e pelas Federações de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Minas Gerais, durante todo o período de negociações. As federações acompanharam todo o processo, no caso de Goiás, foram realizadas várias reuniões entre pecuaristas e representantes para informar sobre o andamento do caso e fazer avaliações das propostas feitas pela indústria. A Faeg buscou sugerir ações, ainda realiza a campanha de venda do “Gado só à vista” e sempre manteve uma postura firme, coesa e em defesa do produtor rural. A expectativa da Faeg é de que o acordo seja cumprido para que uma nova realidade de negociações entre produtores e frigorífico se estabeleça. (Karine Rodrigues - Departamento de Comunicação Faeg/Senar)
Os produtores concordaram com o pagamento à vista de R$ 100 mil e os com crédito superior, receberão uma parcela de R$ 100 mil e o saldo dividido em 24 meses, sendo que na 24ª parcela a divida seria quitada, corrigida pela taxa Selic. A data do pagamento dos R$ 100 mil será até 31 de janeiro 2010, podendo ser adiada até 31 de março do mesmo ano. As parcelas remanescentes deverão ser pagas mensalmente em valores equivalentes a 2,7% do crédito de cada Credor Operacional Pecuarista. Independentemente da aplicação do percentual citado, as parcelas terão assegurado um valor mínimo de R$ 1 mil, salvo quando o saldo devedor final for inferior a esse valor, hipótese em que será pago o valor exato devido. A primeira parcela será paga no 5º dia útil do mês subseqüente ao pagamento estabelecido na última parcela.
Os credores do Frigorífico Independência estão em cinco Estados: Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia, Minas Gerais. Ao todo são 1.524 pecuaristas e uma conta a receber na ordem de R$ 194 milhões. José Manoel destaca o trabalho realizado pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), e pelas Federações de Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Minas Gerais, durante todo o período de negociações. As federações acompanharam todo o processo, no caso de Goiás, foram realizadas várias reuniões entre pecuaristas e representantes para informar sobre o andamento do caso e fazer avaliações das propostas feitas pela indústria. A Faeg buscou sugerir ações, ainda realiza a campanha de venda do “Gado só à vista” e sempre manteve uma postura firme, coesa e em defesa do produtor rural. A expectativa da Faeg é de que o acordo seja cumprido para que uma nova realidade de negociações entre produtores e frigorífico se estabeleça. (Karine Rodrigues - Departamento de Comunicação Faeg/Senar)
Assembleia do Quatro Marcos é suspensa pela terceira vez
Em pouco mais de duas horas do início da segunda assembleia geral de credores do frigorífico Quatro Marcos, realizada nesta quinta-feira (12) na cidade de Jandira, SP, 93% dos credores de todas as classes votaram pela sua suspensão. A quarta tentativa de acordo foi transferida para o dia 3 de dezembro, às 11 horas, no Centro Comercial Alphaville, no município de Barueri, SP.
Os pontos alterados e que dizem respeito aos pecuaristas foram a aceitação por parte do frigorífico de pagamento de correção da dívida pela taxa Selic, a partir da data aprovação do Plano de Recuperação Judicial, e a diminuição do tempo de carência, que a princípio era de 12 meses, para julho de 2010.
Os pecuaristas dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia e São Paulo apresentaram os seguintes pontos: que a carência para o início de pagamento das 12 parcelas seja março de 2010 e não julho; que a correção pela taxa Selic seja retroativa a 6 de janeiro de 2009, quando foi homologado o pedido de Recuperação Judicial do Quatro Marcos e não a partir da aprovação do Plano na AGC; que a empresa e seus respectivos sócios sejam responsabilizados dentro do processo; que o frigorífico não tenha liberdade de vender os ativos da empresa e de fazer novos empréstimos para ampliar a estrutura; e que no caso do descumprimento do llano seja decretada a falência do Quatro Marcos.
"Ficou definido que o frigorífico irá disponibilizar o novo plano no próximo dia 30 de novembro em seu site", disse o advogado Jefferson Fernandes Beato, que trabalha para diversos pecuaristas credores do Quatro Marcos de Mato Grosso. O frigorífico tem uma dívida de R$ 427.869.332,67; com os pecuaristas, o montante é de R$ 35,7 milhões, sendo 273 pecuaristas de Mato Grosso que esperam receber mais de R$ 26 milhões.
Bloqueio eminente - Segundo informa a Acrimat, não houve avanço nas negociações entre os 70 produtores dos municípios de Colíder e Alta Floresta. Assim, a ameaça de bloquear a entrada de boi em pé a partir de domingo, 15 de novembro, na unidade de abate de Alta Floresta, continua. "Queremos uma proposta aceitável de pagamento da dívida de R$ 7 milhões, pois desde que a planta foi arrendada para o grupo JBS Friboi , ninguém mais tocou nesse assunto. Vamos parar o frigorífico se não nos apresentarem uma proposta até o final da tarde desta sexta-feira (13)", disse o produtor Moises Prado dos Santos. (Portal DBO)
Os pontos alterados e que dizem respeito aos pecuaristas foram a aceitação por parte do frigorífico de pagamento de correção da dívida pela taxa Selic, a partir da data aprovação do Plano de Recuperação Judicial, e a diminuição do tempo de carência, que a princípio era de 12 meses, para julho de 2010.
Os pecuaristas dos estados de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Rondônia e São Paulo apresentaram os seguintes pontos: que a carência para o início de pagamento das 12 parcelas seja março de 2010 e não julho; que a correção pela taxa Selic seja retroativa a 6 de janeiro de 2009, quando foi homologado o pedido de Recuperação Judicial do Quatro Marcos e não a partir da aprovação do Plano na AGC; que a empresa e seus respectivos sócios sejam responsabilizados dentro do processo; que o frigorífico não tenha liberdade de vender os ativos da empresa e de fazer novos empréstimos para ampliar a estrutura; e que no caso do descumprimento do llano seja decretada a falência do Quatro Marcos.
"Ficou definido que o frigorífico irá disponibilizar o novo plano no próximo dia 30 de novembro em seu site", disse o advogado Jefferson Fernandes Beato, que trabalha para diversos pecuaristas credores do Quatro Marcos de Mato Grosso. O frigorífico tem uma dívida de R$ 427.869.332,67; com os pecuaristas, o montante é de R$ 35,7 milhões, sendo 273 pecuaristas de Mato Grosso que esperam receber mais de R$ 26 milhões.
Bloqueio eminente - Segundo informa a Acrimat, não houve avanço nas negociações entre os 70 produtores dos municípios de Colíder e Alta Floresta. Assim, a ameaça de bloquear a entrada de boi em pé a partir de domingo, 15 de novembro, na unidade de abate de Alta Floresta, continua. "Queremos uma proposta aceitável de pagamento da dívida de R$ 7 milhões, pois desde que a planta foi arrendada para o grupo JBS Friboi , ninguém mais tocou nesse assunto. Vamos parar o frigorífico se não nos apresentarem uma proposta até o final da tarde desta sexta-feira (13)", disse o produtor Moises Prado dos Santos. (Portal DBO)
Assembleia do Estrela é suspensa por falta de quorum
A Assembleia Geral dos Credores do Frigorífico Estrela realizada nesta sexta-feira (13) em Estrela d’Oeste foi cancelada por falta de quorum trabalhista. Uma nova reunião está agendada para o dia 20 de novembro e ocorrerá no Salão Paroquial do município, que fica no Centro da cidade, às 10 horas.
A empresa deve R$ 217,1 milhões, sendo R$ 70 milhões somente para os pecuaristas. Esta dívida representa 32% da dívida total da empresa e 48,5% dos credores quirografários. O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, comenta que 56% dos produtores credores estavam presentes e que é de grande importância que os produtores se mantenham unidos neste momento de decisão. Ele explica que o voto é imprescindível para aprovação ou não do plano. A Faeg foi representada pela assessora jurídica, Rosirene Curado. (Alessandra Goiaz – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
A empresa deve R$ 217,1 milhões, sendo R$ 70 milhões somente para os pecuaristas. Esta dívida representa 32% da dívida total da empresa e 48,5% dos credores quirografários. O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, comenta que 56% dos produtores credores estavam presentes e que é de grande importância que os produtores se mantenham unidos neste momento de decisão. Ele explica que o voto é imprescindível para aprovação ou não do plano. A Faeg foi representada pela assessora jurídica, Rosirene Curado. (Alessandra Goiaz – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
21 de out. de 2009
Acordo entre credores e Frigorífico Independência fica para novembro
Ficou agendado para o dia 5 de novembro uma nova Assembleia Geral dos Credores do Frigorífico Independência. Isto porque a última reunião foi suspensa devido a uma proposta feita pelos bancos credores do frigorífico. O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Manoel Caixeta Haun, diz que os credores terão até dia 29 de outubro para apresentar os termos que entendem ser adequados para o plano de recuperação. A nova e última assembleia vai ocorrer em São Paulo no Hotel Transamérica. As decisões tomadas em novembro serão definitivas e não caberá mais recurso. (Karine Rodrigues – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
9 de out. de 2009
Credores do Independência de GO, MT e MS se reúnem em Goiânia
Os credores do Frigorífico Independência dos estados de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul se reunirão na próxima quarta-feira (14), às 9 horas, em Goiânia, para elaborarem uma nova proposta ao plano de recuperação da empresa. A assembleia será realizada na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), no auditório Ruy Brasil Cavalcanti (veja endereço abaixo). Na última vez que os credores se reuniram (dia 5 de setembro, em São Paulo Capital) o representante do BNDES afirmou que não há projetos no banco para a liberação de mais recursos ao frigorífico.
O grupo Independência havia ventilado a possibilidade de liberação de R$ 300 milhões. Com a possibilidade de o grupo não conseguir mais recursos oficiais os credores estudarão propostas de garantir o recebimento do crédito. De acordo com o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, uma das propostas viáveis e que será apressentada ao grupo de credores é a criação de uma cooperativa de carne. A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), as Federações de Agricultura do Mato Grosso e Mato Grosso Sul e a Associação Nacional dos Confinadores (Assocon) enviarão representantes para a reunião. (Texto: Francila Calica e Foto: Marcus Vinícius - Departamento de Comunicação Sistema Faeg/Senar)
Ficha TécnicaAssembleia dos credores do Independência
Data: 14/10/2009
Hora: 9 horas
Local: Edifício Macel Felix Caixeta, sede do Sistema FAEG/SENAR (Rua 87 nº 662, Setor Sul, Goiânia - Goiás)
1 de out. de 2009
CONVOCAÇÃO PARA OS CREDORES DO INDEPENDÊNCIA EM MS

A Comissão de Credores de Mato Grosso do Sul do Frigorífico Independência S/A e Nova Carne Indústria de Alimentos/LTDA, através da Federação da Agricultura e Pecuária de MS – FAMASUL, convoca os credores do Estado a comparecer à reunião extraordinária no dia 4 de outubro de 2009, das 16 às 19 horas, no La Residence Paulista Hotel, situado na Alameda Jaú 1606 – Cerqueira César – São Paulo/SP.
Trata-se de uma reunião preliminar para alinhar e fortalecer as estratégias de negociação para a Assembléia Geral de Credores.
A FAMASUL alerta que a presença dos credores do Estado é imprescindível tanto na reunião extraordinária como na Assembléia Geral de Credores, no dia 5 de outubro.
Importante salientar que a Assembléia Geral de Credores no dia 5, que será realizada no Ginásio de Esportes Antonio Carlos Tramassi no município de Cajamar/SP, acontecerá independente do número de credores presentes.
29 de set. de 2009
Assembleia do Independência é remarcada
Devido à falta de quorum, a Assembleia Geral com os credores do Frigorífico Independência foi remarcada nesta segunda-feira (28). O próximo encontro foi marcado para o dia 5 de outubro, em Cajamar (SP).
O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Manoel Caixeta Haun, orienta os produtores que são credores do frigorífico a procurar uma forma de serem representados na assembleia. Para ele é muito importante que o produtor lute pelo direito de receber pelo produto fornecido para a indústria.
A orientação, segundo o presidente da Comissão, é de que se o produtor não comparecer à assembleia que envie um representante legal, este deve ter uma procuração do produtor, para que possa votar. “O credor que não comparecer corre sérios riscos de ter que aceitar o que determinar a empresa e de até mesmo não receber a dívida”, comenta.
No dia 4 de outubro, dia que antecede a reunião, as entidades CNA, Faeg, Famato e Famasul se reunirão com credores e procuradores, em São Paulo às 16 horas, para discutirem sobre o plano de recuperação judicial do Frigorífico Independência.
A Assembleia Geral do Frigorífico Independência está agendada para o dia 5 de outubro, no Ginásio de Esporte Antônio Carlos Tramassi, às 10 horas. A Faeg orienta que esta será a última assembleia e será realizada independente do número de participantes. O produtor que tiver dúvida sobre o encontro, assim como, sobre a emissão de uma procuração, pode entrar em contato com a entidade e falar a secretária das Comissões Técnicas da Faeg, Pollyana Padilha. (Alessandra Goiaz - Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
Serviço:
Reunião entre CNA, Faeg, Famato, Famasul, credores e procuradores
Data: 04/10/2009
Hora: 16 horas
Local: Hotel La Residence, na Alameda Jaú, nº 1.606, no Jardins, em São Paulo
Assembleia Geral dos Credores do Frigorífico Independência
Data: 05/10/2009
Hora: 10 horas
Local: Ginásio de Esporte Antônio Carlos Tramassi, na R. Tenente Marques s/nº, Bairro Polvilho, Cajamar-SP
O presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Manoel Caixeta Haun, orienta os produtores que são credores do frigorífico a procurar uma forma de serem representados na assembleia. Para ele é muito importante que o produtor lute pelo direito de receber pelo produto fornecido para a indústria.
A orientação, segundo o presidente da Comissão, é de que se o produtor não comparecer à assembleia que envie um representante legal, este deve ter uma procuração do produtor, para que possa votar. “O credor que não comparecer corre sérios riscos de ter que aceitar o que determinar a empresa e de até mesmo não receber a dívida”, comenta.
No dia 4 de outubro, dia que antecede a reunião, as entidades CNA, Faeg, Famato e Famasul se reunirão com credores e procuradores, em São Paulo às 16 horas, para discutirem sobre o plano de recuperação judicial do Frigorífico Independência.
A Assembleia Geral do Frigorífico Independência está agendada para o dia 5 de outubro, no Ginásio de Esporte Antônio Carlos Tramassi, às 10 horas. A Faeg orienta que esta será a última assembleia e será realizada independente do número de participantes. O produtor que tiver dúvida sobre o encontro, assim como, sobre a emissão de uma procuração, pode entrar em contato com a entidade e falar a secretária das Comissões Técnicas da Faeg, Pollyana Padilha. (Alessandra Goiaz - Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
Serviço:
Reunião entre CNA, Faeg, Famato, Famasul, credores e procuradores
Data: 04/10/2009
Hora: 16 horas
Local: Hotel La Residence, na Alameda Jaú, nº 1.606, no Jardins, em São Paulo
Assembleia Geral dos Credores do Frigorífico Independência
Data: 05/10/2009
Hora: 10 horas
Local: Ginásio de Esporte Antônio Carlos Tramassi, na R. Tenente Marques s/nº, Bairro Polvilho, Cajamar-SP
2 de set. de 2009
MS Rural - Calote Independência
Entrevista com a assessora de economia da FAMASUL, Adriana Mascarenhas, para o MS Rural sobre a venda de gado só a vista para os frigoríficos.
Matéria Veiculada MS Rural - Gado Só A vista
Entrevista com a assessora de economia da FAMASUL, Adriana Mascarenhas, para o MS Rural sobre a venda de gado só a vista para os frigoríficos.
27 de ago. de 2009
21 de ago. de 2009
Aprovado Plano de Recuperação do Margen
Os credores do Frigorífico Margen aceitaram o Plano de Recuperação Judicial em Assembleia Geral realizada nesta quinta-feira (20), em Rio Verde. Um dos opositores da última reunião, o Fundo Multicarteira da Alemanha, voltou atrás e resolveu aceitar as propostas da empresa. O Fundo vai ficar com três unidades da empresa a de Paranavaí (PR), Ribeirão Cascalheira (MT) e Coxim (MT)
Ficou definido que 40% das ações da NewM, empresa que será criada, ficará nas mãos do grupo que administrava o Margen, o GM Rio Branco. Os outros 60% ficaram divididos em partes iguais, sendo 20% dos credores com garantia real, 20% com os credores quirografários e 20% para um fundo de reserva. Ficou definido também que os produtores-credores receberão as dívidas por meio de debêntures (títulos de crédito representativo de empréstimo) em 24, 36 e 48 meses. (Alessandra Goiaz – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
Ficou definido que 40% das ações da NewM, empresa que será criada, ficará nas mãos do grupo que administrava o Margen, o GM Rio Branco. Os outros 60% ficaram divididos em partes iguais, sendo 20% dos credores com garantia real, 20% com os credores quirografários e 20% para um fundo de reserva. Ficou definido também que os produtores-credores receberão as dívidas por meio de debêntures (títulos de crédito representativo de empréstimo) em 24, 36 e 48 meses. (Alessandra Goiaz – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
Faeg alerta para supostas abordagens de representantes do Independência
Produtores credores do Frigorífico Independência estão recebendo ofertas de supostos representantes da empresa oferecendo pagamento de créditos no valor de até R$ 100 mil. Em troca, o produtor precisa assinar uma procuração judicial dando a esses representantes poderes necessários para votar a favor do Plano de Recuperação Judicial, na Assembleia Geral do frigorífico.
A Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) alerta que tal consentimento pode acarretar no não pagamento dos créditos uma vez que não existe garantia e muito menos data certa para o pagamento dos pecuaristas. Segundo informações apuradas pela Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, nas ofertas desses supostos representantes da empresa fica clara a hipótese de deságio para o pagamento do pecuarista, os valores devidos aos pecuaristas não são passíveis de correção, inexiste previsão de pagamento em prazo médio de 18 meses; e não há qualquer parcela mínima.
Segundo o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, é importante que o produtor não assine nenhum documento sem antes averiguar sua real intenção. Isto porque, mesmo nas abordagens que estão sendo feitas diretamente aos pecuaristas, fica claro que o início dos pagamentos depende de liberação de recursos de agentes financeiros, o que significa que o produtor não tem nenhuma garantia de recebimento. “O produtor que já tenha assinado tal documento, pode revogar a procuração indo ao cartório onde ela foi registrada”, orienta Haun.
Está agendada para a próxima terça-feira (25) uma reunião com os credores do Frigorífico Independência, às 14 horas, na sede da Faeg, em Goiânia (GO). “É importante que o produtor compareça ao encontro para podermos discutir o andamento do Plano de Recuperação Judicial e as supostas abordagens dos representantes do frigorífico”, comenta José Manoel.
Informações
Departamento de Comunicação Sistema Faeg/Senar
(62) 3096-2208, (62) 3096-2248
Alessandra Goiaz, Cleiber Di Ribeiro, Francila Calica e Karine Rodrigues
A Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) alerta que tal consentimento pode acarretar no não pagamento dos créditos uma vez que não existe garantia e muito menos data certa para o pagamento dos pecuaristas. Segundo informações apuradas pela Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, nas ofertas desses supostos representantes da empresa fica clara a hipótese de deságio para o pagamento do pecuarista, os valores devidos aos pecuaristas não são passíveis de correção, inexiste previsão de pagamento em prazo médio de 18 meses; e não há qualquer parcela mínima.
Segundo o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, é importante que o produtor não assine nenhum documento sem antes averiguar sua real intenção. Isto porque, mesmo nas abordagens que estão sendo feitas diretamente aos pecuaristas, fica claro que o início dos pagamentos depende de liberação de recursos de agentes financeiros, o que significa que o produtor não tem nenhuma garantia de recebimento. “O produtor que já tenha assinado tal documento, pode revogar a procuração indo ao cartório onde ela foi registrada”, orienta Haun.
Está agendada para a próxima terça-feira (25) uma reunião com os credores do Frigorífico Independência, às 14 horas, na sede da Faeg, em Goiânia (GO). “É importante que o produtor compareça ao encontro para podermos discutir o andamento do Plano de Recuperação Judicial e as supostas abordagens dos representantes do frigorífico”, comenta José Manoel.
Informações
Departamento de Comunicação Sistema Faeg/Senar
(62) 3096-2208, (62) 3096-2248
Alessandra Goiaz, Cleiber Di Ribeiro, Francila Calica e Karine Rodrigues
7 de ago. de 2009
Grupo de trabalho rejeita Plano do Independência
O grupo de trabalho que estuda o Plano de Recuperação Judicial do Frigorífico Independência rejeitou as propostas oferecidas pela empresa. O grupo, que é composto pelos técnicos da CNA, representantes das Comissões de Pecuária de Corte das Federações de Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul e três credores de cada Estado, querem pagamento de 100% do crédito em apenas uma parcela e com data marcada para este recebimento.
Na manhã desta quinta-feira (06) os representantes dos credores do frigorífico se reuniram na sede da CNA, em Brasília, para levantar as propostas que seriam oferecidas à empresa. Após entrarem em um consenso, a decisão foi apresentada ao Independência. Segundo o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, a empresa ficou de estudar a proposta do grupo de trabalho e a estimativa é de que entre terça ou quarta-feira da próxima semana se reúnam novamente. (Alessandra Goiaz – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
Na manhã desta quinta-feira (06) os representantes dos credores do frigorífico se reuniram na sede da CNA, em Brasília, para levantar as propostas que seriam oferecidas à empresa. Após entrarem em um consenso, a decisão foi apresentada ao Independência. Segundo o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, a empresa ficou de estudar a proposta do grupo de trabalho e a estimativa é de que entre terça ou quarta-feira da próxima semana se reúnam novamente. (Alessandra Goiaz – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
Credores recusam plano de recuperação do Margen
Os 150 credores quirografários do Frigorífico Margen não aceitaram o plano de recuperação judicial apresentado pelos administradores judiciais da empresa, na assembleia geral realizada, na manhã desta quinta-feira (6), em Rio Verde (GO). Os credores não aceitam a proposta de criação de uma nova empresa, a NewM S.A. que absorveria os débitos e teria os credores como sócios. Por este motivo, a Assembleia foi suspensa até o dia 20 de agosto, quando os dois lados terão que entrar em um acordo.
De acordo com a assessora jurídica da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), Rosirene Curado, os administradores judiciais não conseguiram provar a capacidade de liquidez da nova empresa. Outro ponto que causa desacordo, explica Rosirene é o fato da NewM S.A. ser administrada pelo mesmo grupo que administrava o Margem, o GM Rio Bonito.
A composição acionária da NewM seria de 45% de ações ON para os atuais controladores do Margen, através da empresa GM Rio Bonito, 35% de ações ON para os credores com garantia Real, 10% de ações PN para os credores quirografários e 10% de ações PN de reserva para fazer face a novos créditos que eventualmente venham a ser reconhecidos. Na reunião desta quinta-feira, além dos produtores credores, participaram fornecedores, trabalhadores e representantes do Fundo Multicarteira da Alemanhã. (Francila Calica – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
De acordo com a assessora jurídica da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), Rosirene Curado, os administradores judiciais não conseguiram provar a capacidade de liquidez da nova empresa. Outro ponto que causa desacordo, explica Rosirene é o fato da NewM S.A. ser administrada pelo mesmo grupo que administrava o Margem, o GM Rio Bonito.
A composição acionária da NewM seria de 45% de ações ON para os atuais controladores do Margen, através da empresa GM Rio Bonito, 35% de ações ON para os credores com garantia Real, 10% de ações PN para os credores quirografários e 10% de ações PN de reserva para fazer face a novos créditos que eventualmente venham a ser reconhecidos. Na reunião desta quinta-feira, além dos produtores credores, participaram fornecedores, trabalhadores e representantes do Fundo Multicarteira da Alemanhã. (Francila Calica – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
30 de jul. de 2009
Assembleia Geral do Margen remarcada para dia 6
Por falta de quórum a Assembleia Geral dos Credores do Frigorífico Margem foi remarcada para o dia de 6 de agosto (quinta-feira), no Centro de Tradições Gaúchas (CTG) de Rio Verde (GO). Ela estava agendada para a manhã desta quinta-feira (30). O credenciamento dos participantes será realizado das 8 às 9 horas e logo após, a reunião.
Para o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Manoel Caixeta Haun, é de fundamental importância a participação do credor na assembleia, pois será nesta oportunidade que o produtor poderá votar se aceita ou não o que está documentado no Plano de Recuperação Judicial. "Este é o momento que o produtor tem para garantir a forma de seu recebimento. Ou o produtor vota ou ele só vai receber os valores conforme o frigorífico decidir", ressalta.
Segundo o advogado de credores da empresa, Ulisses Leonel Vêncio, a dívida do Margen com os credores quirografários (produtores e fornecedores) ultrapassa os R$ 92 milhões, com garantia real de R$ 269,915 milhões. "O dia 6 de agosto será o último dia para a realização da assembleia geral. Desta vez, ela será realizada independente da quantidade de pessoas presentes", alerta Ulisses.
Mudança
O Margen apresentou proposta de modificação do seu plano de recuperação judicial como a criação de uma nova empresa - a NewM S.A. - para voltar a ser viável, além da saída da família do dia a dia do negócio. Outra mudança é que os credores, em grande parte instituições financeiras, se tornariam sócios da nova empresa. (Departamento de Comunicação Sistema FAEG/SENAR)
Serviço
Assembleia Geral dos Credores do Frigorífico Margen
Local: Centro de Tradições Gaúchas (CTG), Rua Rio Grande do Sul S/N - Pq dos Buritis, Rio Verde (GO)
Hora: 8 horas
Para o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Manoel Caixeta Haun, é de fundamental importância a participação do credor na assembleia, pois será nesta oportunidade que o produtor poderá votar se aceita ou não o que está documentado no Plano de Recuperação Judicial. "Este é o momento que o produtor tem para garantir a forma de seu recebimento. Ou o produtor vota ou ele só vai receber os valores conforme o frigorífico decidir", ressalta.
Segundo o advogado de credores da empresa, Ulisses Leonel Vêncio, a dívida do Margen com os credores quirografários (produtores e fornecedores) ultrapassa os R$ 92 milhões, com garantia real de R$ 269,915 milhões. "O dia 6 de agosto será o último dia para a realização da assembleia geral. Desta vez, ela será realizada independente da quantidade de pessoas presentes", alerta Ulisses.
Mudança
O Margen apresentou proposta de modificação do seu plano de recuperação judicial como a criação de uma nova empresa - a NewM S.A. - para voltar a ser viável, além da saída da família do dia a dia do negócio. Outra mudança é que os credores, em grande parte instituições financeiras, se tornariam sócios da nova empresa. (Departamento de Comunicação Sistema FAEG/SENAR)
Serviço
Assembleia Geral dos Credores do Frigorífico Margen
Local: Centro de Tradições Gaúchas (CTG), Rua Rio Grande do Sul S/N - Pq dos Buritis, Rio Verde (GO)
Hora: 8 horas
28 de jul. de 2009
Marcada assembléia geral dos credores do Margen
Marcada para esta quinta-feira (30) a Assembléia Geral dos Credores do Frigorífico Margen. O encontro será realizado às 8 horas no Centro de Tradições Gaúchas (CTG), em Rio Verde. O pedido de recuperação judicial da empresa foi deferido em janeiro deste ano pelo juiz Fernando César Rodrigues Salgado, da 2ª Vara Cível, Fazendas Públicas e Registro Público de Rio Verde.
O pedido de recuperação do Margen foi feito originalmente na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Fórum João Mendes, em São Paulo, no fim de outubro de 2008, mas em dezembro do mesmo ano os advogados da empresa pediram a redistribuição e o processo foi para Rio Verde, onde está o principal escritório do Margen.
Está sujeita à recuperação judicial uma dívida de R$ 330,958 milhões. Desse total, R$ 13,241 milhões são credores trabalhistas, R$ 251,875 milhões com garantia real e R$ 65,842 milhões, quirografários. Segundo o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, é muito importante a presença dos credores na assembléia, pois será nesta ocasião que será definido como a empresa efetuará os pagamentos. “A voz do produtor neste caso é o voto”, acrescenta. (Alessandra Goiaz – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
Contatos:
Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar
(62) 3096-2208/2248/2115
O pedido de recuperação do Margen foi feito originalmente na 2ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Fórum João Mendes, em São Paulo, no fim de outubro de 2008, mas em dezembro do mesmo ano os advogados da empresa pediram a redistribuição e o processo foi para Rio Verde, onde está o principal escritório do Margen.
Está sujeita à recuperação judicial uma dívida de R$ 330,958 milhões. Desse total, R$ 13,241 milhões são credores trabalhistas, R$ 251,875 milhões com garantia real e R$ 65,842 milhões, quirografários. Segundo o presidente da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, é muito importante a presença dos credores na assembléia, pois será nesta ocasião que será definido como a empresa efetuará os pagamentos. “A voz do produtor neste caso é o voto”, acrescenta. (Alessandra Goiaz – Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar)
Contatos:
Departamento de Comunicação do Sistema Faeg/Senar
(62) 3096-2208/2248/2115
24 de jul. de 2009
Goiás - Grupo de trabalho estudará melhorias no Plano de Recuperação do Independência
Cerca de 40 produtores rurais credores do Frigorífico Independência participaram nesta sexta-feira (24) de uma reunião na sede da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), em Goiânia (GO), para discutirem junto à entidade e ao Fórum Nacional Permanente de Pecuária de Corte da CNA o plano de recuperação judicial. Dois assessores da área econômica e jurídica da CNA estiveram presentes para explicar ponto a ponto do documento. Um grupo de trabalho formado por pecuaristas e representantes das Federações de Goiás, do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e CNA será formado para levantar propostas de melhoria do plano.
No plano consta a prorrogação da quitação dos créditos em até três anos, com um pagamento de até R$ 80 mil e o restante dividido em 36 parcelas iguais. Segundo o presidente do Fórum, Antenor Nogueira, o plano de recuperação não beneficia o produtor-credor. “Neste documento, temos que tentar algumas melhorias como implantar datas fixas para os pagamentos e correção monetária dos valores devidos.”
Os assessores técnicos da CNA comentam que o produtor deve ficar atento para alguns itens do documento. Segundo o assessor da Comissão de Pecuária de Corte da CNA, Paulo Mustefaga, é possível que o Independência faça um pagamento de até R$ 150 mil sem comprometimento do fluxo de caixa, o que representaria a quitação do crédito com 80,69% dos credores até dezembro de 2009. Atualmente, a dívida com os produtores representa apenas 6% do montante total.
“Para os pecuaristas, o ideal seria o pagamento de 100% dos créditos à vista e reajustados monetariamente. Porém, é preciso considerar a real capacidade de pagamento da empresa em face do plano apresentado, levando em consideração os impactos econômicos decorrentes de uma possível falência da empresa”, explica.
Mustefaga recomenda que no caso de uma assembleia, o ideal é contratar uma empresa de consultoria especializada em análise econômico-financeira com foco em recuperação judicial. “É fundamental que os produtores se unam e fiquem organizados para poderem negociar em uma assembleia”, acrescenta.
O assessor jurídico da CNA, Cristiano Barreto Zaranza, alerta para as datas de pagamentos e para a adesão ao plano. Segundo ele, aos produtores que queiram aderir ao documento, é de fundamental importância deixar claro a não obrigatoriedade no fornecimento de matéria-prima, pois existe risco na interpretação do texto proposto. “A alternativa, se houver obrigatoriedade, é exigir pagamento adiantado ou à vista”, explica. Zaranza completa também que existem cláusulas no referido plano de recuperação que podem ser interpretadas de diversas formas, por isso a necessidade de muita atenção do pecuarista-credor.
Departamento de Comunicação Sistema FAEG/SENAR

No plano consta a prorrogação da quitação dos créditos em até três anos, com um pagamento de até R$ 80 mil e o restante dividido em 36 parcelas iguais. Segundo o presidente do Fórum, Antenor Nogueira, o plano de recuperação não beneficia o produtor-credor. “Neste documento, temos que tentar algumas melhorias como implantar datas fixas para os pagamentos e correção monetária dos valores devidos.”
Os assessores técnicos da CNA comentam que o produtor deve ficar atento para alguns itens do documento. Segundo o assessor da Comissão de Pecuária de Corte da CNA, Paulo Mustefaga, é possível que o Independência faça um pagamento de até R$ 150 mil sem comprometimento do fluxo de caixa, o que representaria a quitação do crédito com 80,69% dos credores até dezembro de 2009. Atualmente, a dívida com os produtores representa apenas 6% do montante total.
“Para os pecuaristas, o ideal seria o pagamento de 100% dos créditos à vista e reajustados monetariamente. Porém, é preciso considerar a real capacidade de pagamento da empresa em face do plano apresentado, levando em consideração os impactos econômicos decorrentes de uma possível falência da empresa”, explica.
Mustefaga recomenda que no caso de uma assembleia, o ideal é contratar uma empresa de consultoria especializada em análise econômico-financeira com foco em recuperação judicial. “É fundamental que os produtores se unam e fiquem organizados para poderem negociar em uma assembleia”, acrescenta.
O assessor jurídico da CNA, Cristiano Barreto Zaranza, alerta para as datas de pagamentos e para a adesão ao plano. Segundo ele, aos produtores que queiram aderir ao documento, é de fundamental importância deixar claro a não obrigatoriedade no fornecimento de matéria-prima, pois existe risco na interpretação do texto proposto. “A alternativa, se houver obrigatoriedade, é exigir pagamento adiantado ou à vista”, explica. Zaranza completa também que existem cláusulas no referido plano de recuperação que podem ser interpretadas de diversas formas, por isso a necessidade de muita atenção do pecuarista-credor.
Departamento de Comunicação Sistema FAEG/SENAR
30 de jun. de 2009
Famato percorrerá o estado divulgando campanha
Dando sequência ao lançamento da campanha “Gado só à Vista”, a Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), inicia uma série de encontros com pecuaristas no interior do Estado, com o objetivo de orientá-los sobre a campanha e também, conscientizá-los da importância de se vender os animais somente à vista.
Com uma programação extensa, o gerente técnico da Famato Luciano Gonçalves e o consultor de pecuária de corte da entidade Luiz Carlos Meister, vão percorrer mais de oito municípios onde a pecuária e a comercialização dos animais são expressivas.
A série de encontros começa pelo hoje (30) no município de Barra do Garças. O encontro será às 19 horas, na sede do Sindicato Rural da cidade. No dia 02/07, será em Rondonópolis, no auditório do Parque de Exposições. Segundo Gonçalves, na programação estão inclusos os municípios Cáceres, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Alta Floresta, Sorriso e Juara.
“Em virtude da crise da pecuária, o setor tem que buscar uma nova cultura de comercialização dos animais para evitar os calotes que vem sofrendo”, enfatizou Gonçalves.
A diretoria da Famato acredita que os pecuaristas vão aderir a campanha uma vez que o cenário econômico tem deixado o setor em situação de desconfiança com as unidades frigoríficas.
O que o setor pretende é voltar ao tempo em que o sistema de compra e venda dos animais eram articulados dentro da porteira estabelecendo uma relação de confiança. Segundo Luciano, no dia 06/07 a reunião será em Cáceres, 07/07 – Pontes e Lacerda, 08/07 – Tangará da Serra, 14/07 – Alta Floresta, 15/07 – Sorriso e 16/07 – Juara.
Assessoria de imprensa FAMATO
Com uma programação extensa, o gerente técnico da Famato Luciano Gonçalves e o consultor de pecuária de corte da entidade Luiz Carlos Meister, vão percorrer mais de oito municípios onde a pecuária e a comercialização dos animais são expressivas.
A série de encontros começa pelo hoje (30) no município de Barra do Garças. O encontro será às 19 horas, na sede do Sindicato Rural da cidade. No dia 02/07, será em Rondonópolis, no auditório do Parque de Exposições. Segundo Gonçalves, na programação estão inclusos os municípios Cáceres, Pontes e Lacerda, Tangará da Serra, Alta Floresta, Sorriso e Juara.
“Em virtude da crise da pecuária, o setor tem que buscar uma nova cultura de comercialização dos animais para evitar os calotes que vem sofrendo”, enfatizou Gonçalves.
A diretoria da Famato acredita que os pecuaristas vão aderir a campanha uma vez que o cenário econômico tem deixado o setor em situação de desconfiança com as unidades frigoríficas.
O que o setor pretende é voltar ao tempo em que o sistema de compra e venda dos animais eram articulados dentro da porteira estabelecendo uma relação de confiança. Segundo Luciano, no dia 06/07 a reunião será em Cáceres, 07/07 – Pontes e Lacerda, 08/07 – Tangará da Serra, 14/07 – Alta Floresta, 15/07 – Sorriso e 16/07 – Juara.
Assessoria de imprensa FAMATO
25 de jun. de 2009
Famato publica cartilha orientativa para pecuaristas

A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), com o intuito de auxiliar os pecuaristas do estado a comercializar o gado de forma a não terem prejuízos, elaborou a cartilha "Orientações sobre como vender bovino sem ficar no prejuízo".
Composta de 13 páginas, a cartilha servirá como um manual orientativo ao pecuarista. Na venda à vista a Federação tem orientado o produtor para entregar os animais aos compradores só após o depósito do valor da venda na conta do credor. Outra garantia é a venda futura por meio da BM&F, através do CentroBoi da Famato.
"O tipo de venda com um dia, cinco dias, um mês ou qualquer tempo de prazo para pagar não é venda à vista", alertou o presidente da Famato, Rui Prado, durante o lançamento da campanha Gado Só à Vista, lembrando que a cultura da comercialização dos animais entre pecuaristas e frigoríficos sempre foi assim. Ele destacou que neste momento dá-se o início de quebra de paradigmas para a comercialização dos animais.
Com relação à venda a prazo, seja de um dia ou de quantos dias for, o setor reforça que o produtor deve conhecer a idoneidade do comprador, se ele tem tradição no mercado e efetuar esse tipo de negócio apenas se não houver outra alternativa de venda. O assessor jurídico da Famato, Luiz Alfeu, ressalta a importância da elaboração de um contrato de compra e venda dos animais, da exigência da nota fiscal, da Guia de Transporte Animal (GTA) e também de garantias reais de hipoteca ou penhor. “Além de serem obrigatórios na hora da comercialização, esses documentos ajudam a comprovar a efetivação da venda sem que o pecuarista fique no prejuízo por causa dos calotes”, frisou.
Na cartilha o pecuarista encontra modelos de contratos de compra e venda de gado e solicitação de embarques de animais. A cartilha está disponível no site da Famato (www.famato.org.br/site/downloads). O material também será disponibilizado, dentro de alguns dias, nos sindicatos rurais do estado.
Veja a Cartilha do Gado Só à Vista
Famato lança campanha Gado Só à Vista
A Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato) realizou na manhã desta quarta-feira (24), na sede da instituição em Cuiabá, o lançamento da campanha Gado Só à Vista, que tem por objetivo conscientizar o produtor rural a negociar seu gado com maior segurança. As federações de Goiás (Faeg) e Mato Grosso do Sul (Famasul) também aderiram à campanha.
"Precisamos quebrar este paradigma de negociar só na base da confiança. Eu acredito que hoje esta é uma tendência no país e principalmente aqui em Mato Grosso, uma vez que várias empresas frigoríficas se encontram em dificuldades financeiras. Assim trará maior segurança não só para o pecuarista mas também para todo o estado, tanto no aspecto econômico quanto no social, com a manutenção de milhares de empregos que a atividade oferece", disse o presidente da Famato, Rui Prado.
Neste contexto o produtor muitas vezes passa a ser o financiador de capital de giro da industria, visto que o tempo para o pagamento denominado à vista pelas empresas frigoríficas levam em média cinco dias para ser efetuado. No caso de uma possível recuperação judicial neste período, como já houve no estado, o produtor se vê sem garantias para trabalhar e sem a recuperação dos animais que já foram abatidos.
Durante o evento foi apresentada uma cartilha contendo informações e orientações de como os pecuaristas devem agir na comercialização com a indústria no atual cenário da pecuária bovina no estado. "É preciso haver uma segurança jurídica maior com a comercialização do gado. Temos muitos exemplos de produtores que estão no prejuízo por conta da falta de um contrato. Muitas vezes o único documento que comprova a venda é a guia de trânsito", explicou o assessor jurídico da Famato, Luis Alfeu.
De acordo com o consultor de pecuária da entidade, Luis Carlos Meister, atualmente 70% das negociações estão sendo praticadas à vista, devido aos inúmeros pedidos de recuperação judicial dos frigoríficos, que determina a prática e pela adesão de algumas plantas por conta da concorrência. "Vemos que há um cenário mais otimista quanto a estas questões e essa campanha é bastante oportuna para que possamos de uma vez ajustar essa prática de comercialização equivocada".
O representante do sindicato rural de Juara, Jorge Mariano, almeja pela volta da antiga prática em vender o gado no peso da balança na fazenda, onde receberia logo após a retirada dos animais da propriedade. "Vendendo com cinco dias já está arriscado nesta crise. Desta forma poríamos também evitar prejuízos com possíveis acidentes no percurso até as plantas".
Participaram do lançamento o diretores secretário e tesoureiro, Valdir Correa e Eduardo Ferreira, o deputado federal (suplente) e presidente da Assocon - Associação Nacional dos Confinadores, Eduardo Moura, representantes da Acrimat e do Governo do Estado.
Assessoria de Comunicação FAMATO
15 de jun. de 2009
Matéria do MS Rural
Matéria do MS Rural, veiculada no último fim de semana, nos dias 13 e 14 de junho, pela filiada da Rede Globo em MS, TV Morena.
12 de jun. de 2009
Faeg lança campanha “Gado Só à Vista”
A Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás lançou na manhã desta quarta-feira, 10, a campanha "Gado Só à Vista", na sede da entidade em Goiânia. A campanha será realizada simultaneamente com as Federações de Agricultura e Pecuária do Mato Grosso (Famato) e Mato Grosso do Sul (Famasul). As federações representam os pecuaristas dos três estados que estão no topo do ranking nacional na produção de carne.
Venda de gado somente à vista e para indústrias que não estejam devendo produtores rurais. Este é o mote da campanha com o objetivo de conscientizar os pecuaristas de que é preciso mudar as formas de comercialização com a indústria.
O presidente do Sistema Faeg/Senar, José Mário Schreiner, explicou que é preciso "Resguardar os produtores para que tenham seus recebimentos garantidos". Após reuniões regionais realizadas nos municípios de Rio Verde e cidade de Goiás pela Comissão de Pecuária de Corte da Faeg com os pecuaristas, decidiu-se, no último dia 25 de maio, organizar a campanha publicitária com a participação das outras federações do Centro-Oeste com o mesmo problema de falta de pagamentos aos produtores.
Também participaram do lançamento da Campanha “Gado Só à Vista” o presidente do Fórum Nacional de Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira, o secretário da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, o vice-presidente da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), Ricardo Yano.
Importância econômica e social da Pecuária de Corte
Goiás
4º maior produtor de carne do Brasil
20 milhões de cabeças de bovinos – 70% gado de corte
4 milhões bovinos abatidos em 2008
Cerca de 914 mil toneladas de carne produzidas em 2008
Mais de 173 mil toneladas de carne exportadas em 2008
Com rendimentos de cerca de 692 milhões de dólares em exportações de carne em 2008
Gera mais de 40 mil empregos diretos
Contribui com R$ 4 bilhões para o montante do valor bruto da produção agropecuária do estado.
Mato Grosso
1º maior produtor de carne do Brasil
26 milhões de cabeças de bovinos – 98% gado de corte
4 milhões de bovinos abatidos em 2008
Cerca de 950 mil toneladas de carne produzidas em 2008
Cerca de 230 mil toneladas de carne exportados em 2008
Com rendimentos de cerca de 640 milhões de dólares em exportações de carne em 2008
Gera cerca de 40 mil empregos diretos
Mato Grosso do Sul
3º maior Produtor de Carne do Brasil
21 milhões de cabeças de bovinos – 85% gado de corte
3 milhões de bovinos abatidos em 2008
Cerca de 712 mil toneladas de carne produzidas em 2008
Cerca de 290 mil toneladas de carne exportadas em 2008
Com rendimentos de cerca de 800 milhões de dólares em exportações de carne em 2008
Gera cerca de 50 mil empregos diretos.
Departamento de comunicação FAEG
Venda de gado somente à vista e para indústrias que não estejam devendo produtores rurais. Este é o mote da campanha com o objetivo de conscientizar os pecuaristas de que é preciso mudar as formas de comercialização com a indústria.
O presidente do Sistema Faeg/Senar, José Mário Schreiner, explicou que é preciso "Resguardar os produtores para que tenham seus recebimentos garantidos". Após reuniões regionais realizadas nos municípios de Rio Verde e cidade de Goiás pela Comissão de Pecuária de Corte da Faeg com os pecuaristas, decidiu-se, no último dia 25 de maio, organizar a campanha publicitária com a participação das outras federações do Centro-Oeste com o mesmo problema de falta de pagamentos aos produtores.
Também participaram do lançamento da Campanha “Gado Só à Vista” o presidente do Fórum Nacional de Pecuária de Corte da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), Antenor Nogueira, o secretário da Comissão de Pecuária de Corte da Faeg, José Manoel Caixeta Haun, o vice-presidente da Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), Ricardo Yano.
Importância econômica e social da Pecuária de Corte
Goiás
4º maior produtor de carne do Brasil
20 milhões de cabeças de bovinos – 70% gado de corte
4 milhões bovinos abatidos em 2008
Cerca de 914 mil toneladas de carne produzidas em 2008
Mais de 173 mil toneladas de carne exportadas em 2008
Com rendimentos de cerca de 692 milhões de dólares em exportações de carne em 2008
Gera mais de 40 mil empregos diretos
Contribui com R$ 4 bilhões para o montante do valor bruto da produção agropecuária do estado.
Mato Grosso
1º maior produtor de carne do Brasil
26 milhões de cabeças de bovinos – 98% gado de corte
4 milhões de bovinos abatidos em 2008
Cerca de 950 mil toneladas de carne produzidas em 2008
Cerca de 230 mil toneladas de carne exportados em 2008
Com rendimentos de cerca de 640 milhões de dólares em exportações de carne em 2008
Gera cerca de 40 mil empregos diretos
Mato Grosso do Sul
3º maior Produtor de Carne do Brasil
21 milhões de cabeças de bovinos – 85% gado de corte
3 milhões de bovinos abatidos em 2008
Cerca de 712 mil toneladas de carne produzidas em 2008
Cerca de 290 mil toneladas de carne exportadas em 2008
Com rendimentos de cerca de 800 milhões de dólares em exportações de carne em 2008
Gera cerca de 50 mil empregos diretos.
Departamento de comunicação FAEG
Campanha “Só à vista” tem início; risco de vender boi a prazo é alto, alerta a FAMASUL
Uma mudança de paradigma. É o que propõe a campanha “Só à vista” lançada nesta terça-feira (9 de junho) pela Federação de Agricultura e Pecuária de Mato Grosso do Sul, a FAMASUL. A iniciativa é parceria com as Federações de Agricultura de Mato Grosso e Goiás. Em Mato Grosso do Sul conta com apoio da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul e dos sindicatos rurais. O presidente da FAMASUL, Ademar Silva Júnior, lembrou que o momento é delicado e que os pecuaristas que vedem a prazo estão assumindo um grande risco.
Analistas de mercado de todo o País têm apresentado dados comprovando que a situação do grupo Independência, em processo de recuperação judicial, não é isolada e que outros grandes grupos podem entrar em situação de insolvência também por falta de capital de giro.
O presidente da Associação dos Criadores de Mato Grosso do Sul, Acrissul, Francisco Maia, não acredita que os frigoríficos tenham dificuldades para comprar animais à vista e toma como exemplo o caso do Independência, onde somente 10% da dívida do grupo são com os produtores. Além disso, com o pagamento à vista o preço do boi gordo tende a cair e, caso os frigoríficos repassem ao consumidor o consumo pode aumentar.
Em conversa com o presidente da FAMASUL, o presidente da Assocarne (Associação dos Frigoríficos de Mato Grosso do Sul), João Alberto Dias, disse que hoje a maioria dos estabelecimentos de pequeno e médio porte já paga à vista. A entidade representa 22 indústrias de Mato Grosso do Sul – com escalas de abate de até mil animais ao dia. O presidente da Comissão Estadual da Pecuária de Corte, pela FAMASUL e do Sindicato Rural de Campo Grande, José Lemos Monteiro, destacou que entre os pecuaristas a comercialização do gado magro à vista já praxe.
Tanto Ademar Silva Júnior, quanto Francisco Maia enfatizaram que o risco do pecuarista em financiar as indústrias frigoríficas é muito alto. De agosto do ano passado a fevereiro deste a dívida acumulada dos frigoríficos com pecuaristas de Mato Grosso do Sul passava dos R$ 93 milhões, correspondentes a 91 mil cabeças, segundo levantamento do Sindicato Rural de Campo Grande
Na próxima sexta-feira, dia 12 de junho, haverá um encontro de lideranças na FAMASUL com participação de representantes dos 68 Sindicatos Rurais de Mato Grosso do Sul. Na ocasião eles receberão informações e passarão a ser multiplicadores da campanha “Só à vista”.
Sato Comunicação
www.satocomunicacao.com.br
Venda de rebanho bovino a prazo pode ser extinta no Centro-Oeste
Os estados do Centro-Oeste do Brasil juntaram forças para defender a ideia de uma nova comercialização do rebanho bovino, mais justa, com menos riscos e “Só à Vista”. A campanha, liderada em Mato Grosso do Sul pela Federação da Agricultura e Pecuária do Estado – FAMASUL, é feita em parceria com as Federações de Mato Grosso (FAMATO) e Goiás (FAEG). Os três estados terão campanha em rádio, televisão, sites, veículos impressos e outdoors que orientam o produtor rural a não vender a prazo, muito menos para frigoríficos em processo de recuperação judicial.
A decisão do lançamento da campanha foi tomada após reunião em Goiânia, no último dia 25 de maio. Os produtores começaram a restringir a oferta de animais e a indústria sentiu os reflexos do movimento em suas escalas de abates.
Desde o final de outubro do ano passado, quando os reflexos da crise mundial começaram a abalar setores econômicos nacionais, os pecuaristas foram envolvidos pelos problemas da recessão. O gado fornecido pelo produtor à indústria para abate não foi pago. Uma série de pedidos de recuperação judicial de grupos frigoríficos começou a se espalhar pelo país.
Frigoríficos pararam suas operações, funcionários foram demitidos e credores não pagos. Somente nos três estados do Centro-Oeste são mais de 40 indústrias que estão paradas, encerraram atividades ou estão em recuperação judicial.
É a indústria que coloca o preço no gado do pecuarista e que diz a ele quando vai pagar. Sem contar o fato de que nas relações comerciais entre indústria e pecuarista, comumente, não são utilizados instrumentos garantidores do recebimento do gado fornecido.
“Quando vamos vender uma propriedade, um equipamento, não vendemos sem o mínimo de garantias. Mas, um boi que leva cerca de três anos para chegar ao ponto de abate, comercializamos de forma simplória e sem garantias jurídico-comerciais”, diz o presidente da FAMASUL, Ademar Silva Junior.
Ademar explica que a assessoria jurídica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA está estudando instrumentos reais que o produtor possa utilizar como forma de garantia ao gado comercializado com o frigorífico. Um dos estudos que está sendo realizado é em relação à viabilidade da nota promissória rural, por exemplo.
Para o presidente da FAMATO, Rui Prado, é hora de mudanças de paradigmas. “Quem tem que dar prazo aos frigoríficos são os bancos e o não produtor. Se o frigorífico precisa de capital de giro naquele mês, que recorra ao agente financeiro. Mas, parece que virou obrigatoriedade o pecuarista ter de ceder seu capital de giro à indústria”, comenta.
Prado admite que se trata de um processo de transição de costumes de mercado e como toda mudança os pecuaristas precisarão de um tempo para absorvê-la. Mas é consenso entre os titulares das Federações dos estados do Centro-Oeste o fato de que, após essa crise, não será mais admissível relações comerciais tão frágeis como as travadas atualmente.
Fundo garantidor
Uma das propostas também defendida pelas três Federações é a criação de um Fundo Garantidor da Pecuária de Corte. A viabilidade da proposta ainda vem sendo estudada, mas consiste na criação de um fundo que permita o pagamento de credores em casos de problemas com a indústria como os vividos atualmente. Ele funcionaria da seguinte forma. A cada montante de recursos obtidos pela indústria em agentes financeiros federais, um porcentual seria destinado ao fundo que serviria de lastro. Com o fundo, seria possível consolidar e fortalecer as alianças mercadológicas entre os elos do setor.
A diferença do sul
No Rio Grande do Sul, até 1970 o gado era vendido “a olho”, de acordo com a Federação de Agricultura do estado, a Farsul. As coisas mudaram por lá, e o preço do animal é definido por meio de uma conta simples: peso x preço do quilo vivo, que gira em torno dos R$ 2,60. A arroba não é usada, e o peso é conferido na balança que a maioria dos pecuaristas tem na propriedade.
As marchanterias - pequenos abatedouros municipais ou estaduais – tomam conta de 50% do mercado no RS, o que torna o mercado interno forte. Apenas um frigorífico, com quatro plantas, exporta carne para a União Europeia.
Sato Comunicação com FAEG e FAMATO
A decisão do lançamento da campanha foi tomada após reunião em Goiânia, no último dia 25 de maio. Os produtores começaram a restringir a oferta de animais e a indústria sentiu os reflexos do movimento em suas escalas de abates.
Desde o final de outubro do ano passado, quando os reflexos da crise mundial começaram a abalar setores econômicos nacionais, os pecuaristas foram envolvidos pelos problemas da recessão. O gado fornecido pelo produtor à indústria para abate não foi pago. Uma série de pedidos de recuperação judicial de grupos frigoríficos começou a se espalhar pelo país.
Frigoríficos pararam suas operações, funcionários foram demitidos e credores não pagos. Somente nos três estados do Centro-Oeste são mais de 40 indústrias que estão paradas, encerraram atividades ou estão em recuperação judicial.
É a indústria que coloca o preço no gado do pecuarista e que diz a ele quando vai pagar. Sem contar o fato de que nas relações comerciais entre indústria e pecuarista, comumente, não são utilizados instrumentos garantidores do recebimento do gado fornecido.
“Quando vamos vender uma propriedade, um equipamento, não vendemos sem o mínimo de garantias. Mas, um boi que leva cerca de três anos para chegar ao ponto de abate, comercializamos de forma simplória e sem garantias jurídico-comerciais”, diz o presidente da FAMASUL, Ademar Silva Junior.
Ademar explica que a assessoria jurídica da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil - CNA está estudando instrumentos reais que o produtor possa utilizar como forma de garantia ao gado comercializado com o frigorífico. Um dos estudos que está sendo realizado é em relação à viabilidade da nota promissória rural, por exemplo.
Para o presidente da FAMATO, Rui Prado, é hora de mudanças de paradigmas. “Quem tem que dar prazo aos frigoríficos são os bancos e o não produtor. Se o frigorífico precisa de capital de giro naquele mês, que recorra ao agente financeiro. Mas, parece que virou obrigatoriedade o pecuarista ter de ceder seu capital de giro à indústria”, comenta.
Prado admite que se trata de um processo de transição de costumes de mercado e como toda mudança os pecuaristas precisarão de um tempo para absorvê-la. Mas é consenso entre os titulares das Federações dos estados do Centro-Oeste o fato de que, após essa crise, não será mais admissível relações comerciais tão frágeis como as travadas atualmente.
Fundo garantidor
Uma das propostas também defendida pelas três Federações é a criação de um Fundo Garantidor da Pecuária de Corte. A viabilidade da proposta ainda vem sendo estudada, mas consiste na criação de um fundo que permita o pagamento de credores em casos de problemas com a indústria como os vividos atualmente. Ele funcionaria da seguinte forma. A cada montante de recursos obtidos pela indústria em agentes financeiros federais, um porcentual seria destinado ao fundo que serviria de lastro. Com o fundo, seria possível consolidar e fortalecer as alianças mercadológicas entre os elos do setor.
A diferença do sul
No Rio Grande do Sul, até 1970 o gado era vendido “a olho”, de acordo com a Federação de Agricultura do estado, a Farsul. As coisas mudaram por lá, e o preço do animal é definido por meio de uma conta simples: peso x preço do quilo vivo, que gira em torno dos R$ 2,60. A arroba não é usada, e o peso é conferido na balança que a maioria dos pecuaristas tem na propriedade.
As marchanterias - pequenos abatedouros municipais ou estaduais – tomam conta de 50% do mercado no RS, o que torna o mercado interno forte. Apenas um frigorífico, com quatro plantas, exporta carne para a União Europeia.
Sato Comunicação com FAEG e FAMATO
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